quarta-feira, 23 de abril de 2008

Apocalypse. Now, please.

Ontem um terremoto abalou São Paulo e alguns outros estados pelo Brasil. Vocês viram?

Se sim, então talvez tenham notado que nem foi um terremoto, foi uma tremidinha de terra, como se alguém tivesse jogado o celular no mar, com o modo vibratório ativado. E, tipo, que merda isso.

Eu acho os fenômenos da natureza uma coisa fantástica, e dentre esses fenômenos uma panelinha que eu admiro é a das catástrofes. Adoraria ver esse tipo de coisa por aqui, mas o máximo que a gente consegue são umas enchentes, que normalmente são mais danosas por causa do mijo de rato que pela água da chuva mesmo.

Falta emoção, falta grandiloqüência. Quero ver trombas d'água, ciclones, terremotos, tsunamis, vulcões, aerolitos. Quero ver o chão se partindo, o fogo caindo em gotas e os relâmpagos pintando a paisagem. Quero ver dragões, magos, bruxas, pokémons, anjos, demônios, hordas de trogloditas, turbas de zumbis, quero ver o circo pegar fogo, malandro.

E o que eu ganho? Uma balançadinha na terra. 5 segundos. Achei que fosse um caminhão passando na rua. Ah, faça-me o favor...

3 comentários:

João disse...

O título do post foi um trocadalho do carilho com o filme Apocalipse Now, do Coppola, e a música Apocalipse Please, do Muse?

Thiago Padula disse...

Só tinha pensado no Coppola. O Muse que copiou de mim.

Renato Sansão disse...

Cara,
Na hora do terremoto eu tava na casa do Anésio, vendo um filme. Juro que achei que era ele se remexendo na cama!