terça-feira, 18 de setembro de 2007

Dênis, tênis, pênis

Os motivos que circulam o relacionamento de um homem e seu pênis são tema para anos e anos e séculos de estudo. Está acima da relação entre a mãe e o filho, o torcedor e o time, a Maria e eu.

É também uma relação que se caracteriza pelo corujismo, ao menos em parte. Existe sempre aquela tendência do dono em exagerar as qualidades do aparelho, mas ninguém nega que a imagem do pênis é a coisa mais repugnante que pode ser processada pelo cérebro de alguém.

Não é exagero. Pegue um exemplo clássico, as embalagens de cigarro: nas mensagens desencorajadoras do verso, sempre há o 'ministério da saúde adverte...' e uma foto ilustrativa. Se a mensagem versa sobre o risco de ocorrer câncer no pulmão do fumante, lá está uma foto de um pulmão, nu e cru, apodrecendo sob a chaga do fumo. Se a mensagem fala sobre necrose, mostra lá a canela asquerosa do pobre fumante. Mas se fala sobre impotência sexual, a imagem mostra um... cigarro.

Eu posso ver um feto abortado num vidrinho e um sujeito com a laringe arregaçada, mas não posso ver um pau mole. 'Não, isso seria forte demais, devemos usar o bom senso', pensaram os criadores da campanha.

Essa é a prova cabal de que, no fundo, eles não querem que as pessoas parem de fumar. Ninguém liga se ingerir veneno de rato ou tiver uma perna amputada, mas se a pessoa vir, ali na caruda, que botando aquela fumaça toda pra dentro ela corre o risco de não ver seu ponteiro sair do zero, aí o número de fumantes irá diminuir drasticamente.

Tamanho é o apreço do homem pelo seu pipiu que as maiores atrocidades da História tiveram início por causa de ciúmes ou estranheza peniana. Homem nenhum admite que seu pênis seja menor que o de outro, e aí quando aportaram pela primeira vez na África e viram aqueles negões nus com seus bambus raspando os tornozelos, logo trataram de escravizar todos pra mudar o foco da atenção. Mesmo a Segunda Guerra Mundial, e poucos sabem disso, foi provocada pois Hitler achou muito estranho aquele negócio dos judeus cortarem fora seus capuzes.

Mas acho que, se pararmos pra raciocinar, veremos que isso tudo é a mais pura bobagem. Um pênis é só um mijador (e nisso ele é insubstituível) que pode ter outras atribuições, as quais eu não vou citar porque acho que todos aqui têm mais de 9 anos. Se você, seu namorado, ou alguém que você conhece tem esse caso de paixão mortal pelo próprio bilau, fale disso com seu médico. Eu falaria.

2 comentários:

Dr BrAuLIo disse...

BaseAdO na DefiNiç~ao que o sEr Humano no g^enero maScULIno é um P^e nis cOm Um hoMEM na pOnta, acHei o coMent´ario aproPriado e coNcordo em G^enero, n´umERo e graU.
(dEsculpe a oRtoGrafia, mas Voc^es n~ao imagInam Como é diF´icil diGITaR com o p^enis. AceNTuaR ent~ao, vixE!)

Zorba disse...

olha só!!!

ele tbm escreve!!!

ahuaahuahau
fala padula!!!